Como Diferenciar uma Pinta Comum de um Sinal de Alerta
Você sabia que o câncer de pele é o tipo de câncer mais comum no Brasil e no mundo? Felizmente, quando diagnosticado precocemente, tem altas chances de cura. Por isso, aprender a observar a própria pele pode literalmente salvar vidas.

Sou médica especializada em cirurgia dermatológica, e vejo com frequência pacientes que chegam ao consultório com dúvidas sobre uma pinta ou mancha nova que apareceu. Nem sempre é algo preocupante, mas saber identificar o que foge do padrão é fundamental.
Pinta ou câncer? Aprenda a diferença com a regra do ABCDE
Uma maneira prática de avaliar lesões na pele é através da regra do ABCDE, que ajuda a distinguir uma pinta comum de um possível melanoma (o tipo mais agressivo de câncer de pele):
- A – Assimetria: uma metade da pinta é diferente da outra.
- B – Bordas: irregulares, recortadas ou mal definidas.
- C – Cor: várias cores na mesma lesão (preto, marrom, vermelho, branco).
- D – Diâmetro: maior que 6mm (como a borracha de um lápis), embora melanomas possam ser menores.
- E – Evolução: mudança de tamanho, forma, cor ou sintomas como coceira e sangramento.
Se você observar alguma dessas características, é importante procurar um dermatologista para avaliação especializada.
Tipos mais comuns de câncer de pele
- Carcinoma Basocelular (CBC): o mais frequente, cresce lentamente e raramente dá metástases. Costuma aparecer como uma lesão brilhante, perolada, que pode sangrar com facilidade.
- Carcinoma Espinocelular (CEC): pode surgir em áreas mais expostas ao sol e tem maior risco de se espalhar. Lesões avermelhadas, com crostas ou feridas que não cicatrizam são comuns.
- Melanoma: mais raro, mas muito agressivo. Surge geralmente a partir de uma pinta que muda de aparência. Diagnóstico e tratamento precoce são fundamentais.
Cuidados e prevenção
- Use protetor solar todos os dias, inclusive em dias nublados.
- Evite exposição solar direta entre 10h e 16h.
- Examine sua pele regularmente, inclusive couro cabeludo, plantas dos pés e unhas.
- Consulte o dermatologista anualmente ou sempre que notar alguma alteração.
Quando é necessária a cirurgia?
Como especialista em cirurgia dermatológica, posso afirmar que, em muitos casos, a remoção cirúrgica da lesão é o tratamento curativo, especialmente quando o câncer é diagnosticado precocemente. Existem diferentes técnicas que permitem uma retirada precisa da lesão, com preservação estética sempre que possível.
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